segunda-feira, 25 de março de 2013

A número 2 e a número 3

Continuando...

A música que fica em segundo lugar na lista de preferidas da Laura é Brilha Brilha Estrelinha, mas desta vez sem paródias.
Cantamos exatamente como no vídeo





A terceira música da lista da Laura eu não encontrei vídeo, mas a letra é assim:


Lá no céu tem uma estrelinha
Ela está sempre piscando
Mamãe disse que ela é de longe
Pisca pisca está me chamando

Quando eu crescer, quando eu crescer
E o meu papai comprar um avião
Vou te buscar, vou te buscar
Minha estrelinha na palma da mão


Além das musiquinhas ela agora ao invés de orar o Pai Nosso quer que eu o cante e tem horas que mistura a oração, a cantoria e também alguns animais rsrsrs

video

A número 1

Como relatei muitas vezes por aqui, Laura sempre teve muita dificuldade pra dormir.
Desde que nasceu a gente tinha que fazer turno de revezamento pra acudi-la em todos os seus "despertares noturnos".
Houve noites/madrugadas que contamos 10 vezes em que tivemos que consolá-la, aninhá-la e SEMPRE niná-la antes que pudesse pegar no sono novamente.
Alguns podem até pensar: se tivesse feito "assim" teria dado certo; ou então: se tivesse seguido o método tal ela teria se adaptado a rotina do sono mais cedo, etc.
Certo é que não há manual de instruções quando o assunto é criança; por mais que em geral elas sejam muito parecidas e que algumas fases coincidam (dentes, engatinhar, andar...) nem tudo que tentamos aplicar da teoria dá certo na prática.
Mas, uma coisa que sempre deu certo pra Laura foi cantarmos pra ela dormir. Sejam hinos, musiquinhas infantis ou apenas um lá lá lá.. ela se acalmava/acalma.
Lógico que houve dias que NADA fazia o choro cessar, mas como nem tudo é como a gente quer ou espera que seja estamos no lucro.
Hoje esta fase ruim de sono passou e GRAÇAS A DEUS Laura dorme cedo e dorme a noite toda.

Então, pra não esquecer, vou deixar aqui registrada as musiquinhas que ela  gosta.

A número 1, pra ela é "Nana Nenê", mas com as adaptações da mamis porque não gosto de cantar que a cuca vem pegar, bicho papão... Então, sempre faço paródias de acordo com o momento do sono.


 

A paródia mais cantada é assim:

"Nana nenê, nenê já vai nanar
Papai foi a igreja
Mamãe ficou com a Laura

Sai sai piu-piu
De cima do telhado
Deixa a Laura 
Dormir sossegada"

Explicando: Papai às vezes vai a igreja  para reuniões e nós não; e, o piu-piu em cima do telhado é porque como moramos em frente ao Zôo nossa casa vive cheeeeeia de passarinhos sobre o telhado e querendo se enfiar embaixo dele (no forro) também.







sexta-feira, 22 de março de 2013

Pra posteridade

Sabe quando você tem um "click" e pensa: vou guardar isto pra no futuro a gente recordar deste momento fofura rsrsrs


Ontem, Laura recebeu um desenho do filho de um casal muito amigo e querido por nós.
Interessante que ela ainda não é muito de fazer amizades, mas quando avistou o menino já logo foi me dizendo: o Feiipi (Felipe).
E ficou o tempo todo querendo interagir com ele. 
Em dado momento eu via que ele oferecia um papelzinho a ela, mas ela - como estava de longe e deitada no meu colo- nem fez menção de ir buscar.
Ele, todo cavalheiro, veio até ela e entregou o papelzinho dobradinho. E olha só que graça... Não é pra guardar pra vida toda?!







quinta-feira, 21 de março de 2013

Mães que giram pratos

De vez em "sempre" vivo um conflito no que diz respeito a carreira, futuro, filhos, casa, família e tudo aquilo que turbilha os pensamentos de uma mãe que trabalha fora, mas tem loucura de se dedicar mais a coisas que realmente fazem nossa alma mais leve.
Daí então, passeando pelo blog da Anne Rami deparei-me com um texto que mexeu comigo e acho que muitas mães também se identificarão depois de lê-lo.

Fique leve depois da leitura... assim como eu fiquei!




"Carreira não é um dilema pra quem não quer subir na vida"
Demorou um tempo para eu descobrir que eu nunca tive esse dilema. Eu simplesmente vivi uma crise porque era esperado que eu demonstrasse que me preocupava muito com a minha carreira e igualmente com os meus filhos.

Foi em terapia que eu tive a clareza: eu não sou carreirista. Apesar de toda uma demanda do meu contexto para que eu encontrasse uma carreira, e nela bem sucedesse, foi possível depois de alguns anos no divã entender que eu não fui feita para isso. Em termos de trabalho eu não sou mulher de um homem só. Piriguete define.

Percebi que sou plural, assim. Em alguns segundos consigo elencar uma lista de interesses genuínos, e para os quais eu tenho alguma aptidão que possivelmente (e também um pouco fruto da minha personalidade cabeção) me levariam a ter uma carreira estável, com algum sucesso.

Design de Interiores, Artes Plásticas, História, Letras, Pedagogia, Publicidade, Artesanato, Música, havia um arco-íris de coisas que eu me sentia apta a fazer. E fui pipocando dentro de alguns ciclos entre estas vertentes, ainda sem compreender muito bem o porque eu não conseguia me estabilizar.

Até que chegaram os filhos e eu tive um novo mundo revelado para mim. E entendi que para muitas pessoas o sucesso é um conceito multifatorial, mesmo quando aplicado dentro do universo "carreira". E que no meu caso, para o tipo de ingredientes que compõe a complexa receita de pão cascudo que eu sou, sucesso jamais estaria em usar meu tempo longe da minha família para gerar dinheiro ou satisfação pessoal. Já que o segundo eu encontrava ao alcance das mãos, onde houvesse algum acesso à cultura, talvez pincéis e tinta, um grupo de mulheres disposto a conversar, um coro de vozes afinadas ou a possibilidade de mexer com plantas.

Percebi que não havia dilema. Ficar na paranóia de que eu precisava ser reconhecida por algum tipo de trabalho (que convenhamos, hoje em dia é um tipo de reconhecimento que está diretamente relacionado ao acúmulo de dinheiro, na grande maioria dos casos) era mais do que um desgaste: era perda de tempo. Percebi que para muitas pessoas, a carreira simplesmente não importa e tudo bem.

Mas peralá, voltei a ser uma Amélia, jogando na privada todas as contribuições de nossas antecessoras feministas, de minha própria mãe que abdicou da maternidade plena para nos prover o conforto com o qual até hoje contamos (e pelo qual sou eternamente grata), e dependendo de outras pessoas para prover meu sustento, enquanto lavo, cozinho e costuro as calça do marido? Não. 

Mas eu gosto de falar que quase isso.

Meu jeito de lidar com maternidade e "profissão" (já tendo desistido de achar que existe o príncipe encantado das carreiras esperando por mim) foi promover desconstruções das coisas que eu tinha como certas e resgatar possibilidades perdidas. Abandonei carreira e nunca abandonei trabalho.

Em um dado momento percebi ainda, na mesma onda que venho surfando há anos, que trabalho também não está diretamente ligado à renda em dinheiro. E para isso conto com a minha esperteza de ter escolhido possivelmente o melhor parceiro para construir uma família. Conseguimos no dia a dia, em eterna discussões e reformas, nos respeitar pelas contribuições que ambos fazemos, ao mesmo tempo que avaliamos as necessidades de satisfação pessoal que cada uma das almas envolvidas demanda. E o mais importante: dividir igualmente o ônus e o bônus daquilo que nos é comum. Filhos, casa, projetos futuros.

Parece o paraíso, falando assim. Mas é foda pacas.

Porque também tendo optado por investir meus esforços não para uma carreira, nem para um trabalho fixo remunerado, comecei a enxergar a importância da minha participação ativa nas coisas que me cercavam. Até como forma de compreender o mundo em que eu vivia: lembre-se era desconstruir para construir de novo, nos meus moldes.

Larguei emprego, mandei empregada embora, tirei criança da escola e sigo vivendo há muitos meses outros tipos de dilemas e exercícios. O mais importante deles é saber priorizar.

Não é à toa que em todos os lugares as mulheres contemporâneas são representadas com multi-braços. Ou como equilibristas dos pratos, esse é meu ícone favorito. 

Todo aquele processo de reflexão me fez ver (e eu preciso estar atenta para esse processo constantemente, porque nada é definitivo, estamos nos reinventando o tempo todo) que havia alguns pratos que eu simplesmente pegava pela minha tendência de abraçar o mundo ou por inércia de comportamento. Tipo manicure semanal compulsória. Ô glória de parar de perder esse tempo com uma coisa que não era exatamente da minha essência, na medida que eu entendi que era somente uma reprodução de comportamento. Não que eu não goste de fazer as unhas de vez em quando (eu ainda estou em área de teste sobre esse quesito), mas me faz muito mais feliz gastar aquela horinha num livro ou num documentário interessante na TV. Quebrei um monte de prato assim.

É assim que eu costumo me enxergar e uso essa alegoria nos meus momentos de crise.

Os que ficaram, precisam da minha energia para manterem-se no ar. Filhos, Marido, Família, Casa, Eventuais Trabalhos Remunerados, Lazer, Interesses Pessoais e por aí vai. Costumo me dedicar mais integralmente àqueles que não podem parar de girar. Quando estão piruetando livres, toco para atender aqueles que já estão cambaleando. Se vejo que algum vai cair antes que eu chegue, estou aprendendo a pedir ajuda. Essa parte para mim é difícil, pois eu confundo a criação para o "não depender" com acessos de super-poderes. Mas eu tenho a segurança de que, nessa lógica de conciliar tudo, se eu estiver atenta à quais pratos realmente são prioridade, não é uma grande desgraça quando eu não consigo ser rápida o bastante para atender algum, ou ser esperta o suficiente para pedir ajuda antes que ele se esbudegue no chão.

E daí aprendi uma coisa linda sobre essa metáfora: não é sobre os pratos. Porque eles caem, quebram, a gente varre e recomeça com outro no lugar. É sobre a energia genuína de mantê-los rodando.

E assim, eu só me dedico ao que verdadeiramente amo.

E de tempos em tempos eu tenho ataques de preguiça, ansiedade, histeria, confusão, excesso de confiança, otimismo como qualquer mortal. Estou aprendendo a relacionar o meu humor com as fases da Lua, como uma forma de me integrar com as leis da natureza. E parar de procurar explicações para as minhas frustrações em projetos do mundo externo. Meu auto conhecimento faz de mim uma mãe cada vez melhor e uma funcionária cada vez mais improvável."


Ps: Publicado com a permissão da Anne. Pode olhar nos comentários lá no blog dela rsrsrs

terça-feira, 19 de março de 2013

Laura fez 2

Recanto Silili

Decoração




Lembrancinhas


Comes e bebes 

Os convidados


Pic-Nic 

Parabéns


A aniversariante 






Família


Os presentes 


Como escrevi no marcador de páginas que 
foi lembrança a todos os convidados



 " As estrelas que brilham no céu
Iluminam todo lugar
Mas a menina desta festa
Há 2 anos ilumina o nosso lar


Parabéns filha!!
Amamos você IMENSAMENTE!!

segunda-feira, 18 de março de 2013

Nem tudo acontece como queremos ou imaginamos


Eu poderia dizer que estou triste, frustrada e insatisfeita quando começo a falar no tema de hoje; realmente é difícil aceitar que aquilo que você imaginou de um jeito tenha saído totalmente ao contrário, mas há tantas coisas mais importantes pra realmente nos preocuparmos que este acontecimento não pode tomar proporção maior do que realmente tem.

Como escrevi e publiquei fotos, este ano tentamos que Laura se adaptasse na escola e, apesar das fotos toda feliz dos primeiros dias o que se seguiu foi muito choro, medo, nervoso, comportamento irritadiço, etc.
Era só eu chegar pra almoçar que ela fugia de mim, pedia colo do vovô, da tia Bete, dizia que queria dormir,  que queria "tetê", etc; ela passou a associar o horário da minha chegada com a ida a escola visto ser eu quem a levava todos os dias e me rejeitava declaradamente ora me batendo, me empurrando quando ia pegá-la no colo, fugindo de mim (triste).

Diante de tudo que a gente presenciou - neste 1 mês e meio desde que as aulas começaram-  e também o insucesso da adaptação fui conversar com a coordenadora, diretora e  professora da Laura; por tudo que lhes contei, me pediram que eu respeitasse o tempo dela pra que ela não viesse a associar a escola com algo ruim. 
Sendo assim, na sexta passada - finalmente - disponibilizei a vaga dela.

Queria muito que ela tivesse se adaptado, se socializado com as crianças, com a professora... enfim, que ela tivesse se comportado como eu imaginava que seria e como já estavam 90% das crianças da sala dela no último dia que fui buscá-la; mas...

Confesso, tudo aconteceu diferente do que eu imaginei e pedi, mas na vida nem tudo é como a gente quer e no tempo que a gente espera; Nem por isto sou a mãe mais triste/frustrada ou minha filha é das mais difíceis de se socializar. Dê-se tempo.. ao tempo já diziam os antigos.

Certo é que tentaremos ao longo deste ano ir socializando Laura com outras crianças de alguma forma para que no ano que vem façamos nova tentativa (ou não rsrsrss...)

Enquanto isto em casa o progresso continua; quase que 100% do dia sem fralda e já se alimentando sozinha no almoço e na janta. \o/

Logo volto com post sobre a festinha dos 2 anos.

Até!

sexta-feira, 15 de março de 2013

Desfralde total a vista

Laura estava indo muito bem, pedindo pra fazer xixi no vaso porque não conseguia fazer no "popó".

Como ficou adoentada os remédios acabaram com seu humor e tudo se tornou enfadonho, chato e difícil pra ela. Respeitamos o momento, mas continuamos deixá-la só de calcinha pra não acostumar novamente com a fralda.

O antialérgico acabou e com ele o mau humor. A criança tagarela e feliz voltou. Mas, não pedia mais pra fazer xixi e haja calcinha.

Maaaaas, a surpresa que a vovó Dita fez atiçou nela o desejo de fazer xixi sozinha novamente.
Vovó Dita mandou um mini vaso sanitário pra Laura, destes de plástico mesmo e ela ficou toda empolgada e agora só quer fazer xixi sozinha no vaso dela. 

A vitória maior é dela mesma que se sente o máximo da independência e conta pra quem quiser ouvir o seu novo feito; mas também nos sentimos muito felizes por ver que ela continua se desenvolvendo muito bem e AO SEU TEMPO.



Xixi no popó

Gooooood News!!! 


Laura desde que nasceu tem um tempo diferente em todas as suas fases. 
Cólicas que, na maioria das crianças, param aos 3 meses de vida só foram deixar nossa picurrucha aos 4 meses;
Dentes que normalmente começam nascer aos 6 meses já deram sinal que viriam à tona aos 4 meses e no começo do 5º mês já estava nossa gatinha com seu primeiro dentinho.
Sono.. ah o sono.. só agora aos 2 anos de vida é que Laura dorme cedo (por volta das 21 ou 22h) e só acorda no dia seguinte; tudo bem que algumas noites são diferentes, mas a rotina dela agora é dormir a noite toda GRAAAAAAAÇAS A DEUS... 
Este ano - ainda - estamos tentando adaptá-la a escola. Já se passou 1 mês desde que as "aulas" começaram e até agora ela não parou de chorar. Só de falar em ir a escola já começa a pedir chupeta, colo, pede pra dormir, etc.
Além disto ela está doentinha (garganta) e tomando (o indesejável) antibiótico; não come e mal mama. Assim, fui à escola conversar com a diretora e também coordenadora que me passaram bastante segurança pra que a gente ainda tente mais um pouco adaptá-la. Sugeriu que esperássemos a melhora na saúde e aí então tentar mais um pouco.Semana que vem recomeçaremos com a ajuda e permissão de Deus.

Bom.. relatório feito vamos a boa notícia.
Nos blogs maternos deste vasto mundo virtual um dos temas que sempre está nos fóruns é o desfralde.
Sempre leio a respeito e também peço opinião de outras mães; a minha mãe inclusive disse que nós - eu e meus irmãos - desfraldamos com 1 ano e alguns meses. Mas aí eu disse: A senhora ficava conosco em casa e eu trabalho fora é difícil ficar exigindo muito de quem cuida da nossa filhinha.
Por outro lado, tem o fator *tempo de cada criança*; diante disto deixei o tempo passar mas sempre conversando com a Laura pra chamar a gente quando quiser fazer xixi e cocô e sempre explicando que precisa tirar a calcinha, sentar no penico... etc.


Falando em penico ela ganhou um rosa que é um hipopótamo; aí eu pergunto: filha, onde você tem que fazer xixi? e ela rápido responde: no popóoo. Mas quem disse que ela faz?! Senta lá e diz pra mim: "mamãe eu num conxégui". Nos primeiros dias que isto acontecia eu colocava de novo a calcinha e não demorava muito pra ela fazer xixi nela.



Ontem de manhã, ela brincava com o vovó na areia, levantou rapidamente e falou: "vovô eu qué fazê cocô". O vovô a levou para o banheiro e foi só colocar sentadinha no vaso que ela rapidinho fez xixi. 

Antes disto eu já tinha entendido, quando ela estava de fralda, que quando falava: mamãe fiz cocô era que já tinha feito xixi na fralda.


Depois, quando cheguei para o almoço ficamos - eu e ela - brincando no quarto dela; perguntei se ela queria fazer xixi e ela: "qué". Sentou no "popó" e nada. Aí perguntei: quer ir no banheiro da mamãe? E ela se levantou sozinha e foi. Coloquei o adaptador, ajudei ela se sentar e "voi lá".. xixi no vaso!!

Estamos muito felizes com este progresso e que outros venham pra nos alegrar.
Até!


Eis o "popó"

Ps: Este post foi escrito há 10 dias, mas como não tinha concluído não publiquei antes.

segunda-feira, 4 de março de 2013